
sábado, 20 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Receitas vegetarianas

Lasanha de legumes
Ingredientes:
- Massa de lasanha, Brócolos, Cenoura, Cogumelos, Tomate, Queijo ralado, Pimento, Cebola, Alho, Salsa.
- Para o molho béchamel: Leite, Farinha, Manteiga, Vinho branco, Sal.
Modo de preparação:
- Molho Béchamel: Colocar a manteiga a derreter, acrescentar a farinha e mexer. Adicionar o vinho branco e o leite lentamente, mexendo sempre para não formar grumos.
- Recheio: Cozer a cenoura cortada em juliana e os brócolos. Fazer um estufado com azeite, cebola, alho, tomate pelado desfeito e pimento picado. Acrescentar a cenoura e a salsa. Mexer bem e juntar os cogumelos. Num tabuleiro, intercalar as camadas de lasanha, o molho béchamel e os legumes estufados. Cobrir com queijo ralado e levar ao forno a gratinar.
http://cantinhovegetariano.blogspot.com/
Viver a Vida, Jorge Luis Borges


Se eu pudesse viver novamente a minha vida, na próxima trataria de cometer mais erros. Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais.
Teria menos pressa e menos medo.
Daria valor secundário às coisas secundárias. Na verdade, bem poucas coisas levaria a sério.
Seria muito mais alegre do que fui.
Só na alegria existe vida.
Manteria distâncias enormes das pessoas ciumentas e possessivas.
Seria mais espontâneo.
Correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria mais rios. Seria mais ousado: a ousadia move o mundo.
Iria a mais lugares onde nunca fui, tomaria mais sorvete e menos sopa, teria menos problemas reais e nenhum imaginário.
Eu fui uma dessas pessoas que vivem preocupadamente cada minuto da sua vida; claro que tive momentos de alegria.
Mas, se pudesse voltar a viver, tentaria ter somente bons momentos.
A vida é feita disso: só de momentos. Nunca percas 'O agora'.
Mesmo porque nada nos garante que estaremos vivos amanhã de manhã.
Eu era um desses que não ia a parte alguma sem um termómetro, um saco de água quente, um guarda-chuva ou um paraquedas; se voltasse a viver viajaria mais.
Não levaria comigo nada que fosse apenas um fardo.
Se eu pudesse voltar a viver, começaria a andar descalço no início da Primavera e continuaria assim até o final do Outono.
Jamais experimentaria os sentimentos de culpa e ódio.
Teria amado mais a liberdade e teria mais amores do que eu tive.
Viveria cada dia como se fosse um prémio.
E como se fosse o último.
Daria mais volta na minha rua; contemplaria mais amanheceres e brincaria muito mais do que brinquei.
Teria descoberto mais cedo que só o prazer nos livra da loucura.
Tentaria uma coisa nova todos os dias, se tivesse outra vez uma vida pela frente.
Mas, como sabem, tenho 88 anos e sei que estou morrendo.
Teria menos pressa e menos medo.
Daria valor secundário às coisas secundárias. Na verdade, bem poucas coisas levaria a sério.
Seria muito mais alegre do que fui.
Só na alegria existe vida.
Manteria distâncias enormes das pessoas ciumentas e possessivas.
Seria mais espontâneo.
Correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria mais rios. Seria mais ousado: a ousadia move o mundo.
Iria a mais lugares onde nunca fui, tomaria mais sorvete e menos sopa, teria menos problemas reais e nenhum imaginário.
Eu fui uma dessas pessoas que vivem preocupadamente cada minuto da sua vida; claro que tive momentos de alegria.
Mas, se pudesse voltar a viver, tentaria ter somente bons momentos.
A vida é feita disso: só de momentos. Nunca percas 'O agora'.
Mesmo porque nada nos garante que estaremos vivos amanhã de manhã.
Eu era um desses que não ia a parte alguma sem um termómetro, um saco de água quente, um guarda-chuva ou um paraquedas; se voltasse a viver viajaria mais.
Não levaria comigo nada que fosse apenas um fardo.
Se eu pudesse voltar a viver, começaria a andar descalço no início da Primavera e continuaria assim até o final do Outono.
Jamais experimentaria os sentimentos de culpa e ódio.
Teria amado mais a liberdade e teria mais amores do que eu tive.
Viveria cada dia como se fosse um prémio.
E como se fosse o último.
Daria mais volta na minha rua; contemplaria mais amanheceres e brincaria muito mais do que brinquei.
Teria descoberto mais cedo que só o prazer nos livra da loucura.
Tentaria uma coisa nova todos os dias, se tivesse outra vez uma vida pela frente.
Mas, como sabem, tenho 88 anos e sei que estou morrendo.
Tributo





Os milhares de animais que morrem todos os anos nos albergues, canis, gatis ou nas ruas do nosso País merecem a nossa sentida e justa homenagem.
Eles, que estão sempre dispostos a dar-nos o seu amor incondicional, merecem certamente melhor sorte do que serem abandonados, entregues a um canil ou gatil, ou nascerem nas ruas.
Os que já morreram não os podemos salvar, mas podemos recordá-los e devemos lutar para que outros animais não tenham de sofrer e morrer em resultado do mesmo problema.
Esterilize os seus animais de estimação !!!
Eles, que estão sempre dispostos a dar-nos o seu amor incondicional, merecem certamente melhor sorte do que serem abandonados, entregues a um canil ou gatil, ou nascerem nas ruas.
Os que já morreram não os podemos salvar, mas podemos recordá-los e devemos lutar para que outros animais não tenham de sofrer e morrer em resultado do mesmo problema.
Esterilize os seus animais de estimação !!!
www.esteriliza-me.org
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